praia do forte
Vai por mim: Praia do Forte
Nenhuma outra — repito: nenhuma outra — praia próxima de uma grande capital soube administrar tão bem as pressões do crescimento quanto a Praia do Forte.
O centrinho continua com aparência de vila de pescadores, sem luminosos nem aberrações, e nem mesmo trânsito — os carros precisam parar em bolsões de estacionamento no entorno, e há um simpático sistema de tuk-tuks que funcionam como táxis.
O novo bairro de predinhos à esquerda da vila tem gabarito controlado (os edifícios são mais baixos que os coqueiros) e arquitetura praiana e homogênea.
Na areia, a sujeira e a bagunça são combatidas com mão de ferro. Só os quiosques da praia do Portinho (que forem recentemente reposicionados e agora estão instalados perpendicularmente à praia) podem preparar comida.
Nas piscinas naturais do Papa-Gente não se pode vender nem comida nem bebida.
O melhor trecho da praia está a quinze minutos de caminhada à direita do centro, em frente ao resort (que não atende passantes).

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